Segunda-feira, 11 de Julho de 2005

- Olivença portuguesa é colónia de Espanha

Olivença
portuguesa é colónia de Espanha



Constitui um princípio aceite presentemente por todas as nações do mundo
civilizado de que o colonialismo constitui uma realidade que deve
definitivamente ser varrida da face da terra. Pese embora as circunstâncias
em que por vezes o mesmo foi aplicado, tal princípio tem determinado ao
longo das últimas décadas o aparecimento de novas nações sobretudo em África
e na Ásia, mas também a devolução a países soberanos de territórios que se
encontravam sob o domínio e a administração de antigas potências coloniais,
como sucedeu recentemente em relação a Hong Kong por parte do Reino Unido e
do território de Macau, Taipa e Coloane por parte do Estado português.
Apesar da maior parte das potências europeias ter vindo a cessar a sua
colonização noutros continentes, continuam por resolver flagrantes situações
coloniais dentro da própria Europa. E, é valendo-se precisamente desses
argumentos que a Espanha tem vindo de forma insistente a reclamar
nomeadamente junto da Organização das Nações Unidas a devolução do rochedo
de Gibraltar por parte do Reino Unido. Sucede precisamente que, invocando os
mesmos princípios que alega o país vizinho, Portugal reclama a retrocessão
do território português de Olivença, colocando-se desse modo termo a uma
clara situação de colonialismo dentro da própria Península Ibérica.

É de igual modo um princípio geralmente aceite e consagrado no direito
internacional o direito que assiste à integridade territorial dos Estados,
bem assim como reconhecimento de que o tempo não legitima a usurpação. Ora,
tratando-se a situação actual do território português de Olivença sob
colonização espanhola a consequência directa de uma agressão militar por
parte do país vizinho ocorrida há duzentos anos, facto que a própria Espanha
formalmente reconheceu ao subscrever o Tratado de Viena de 1815, aceitando
"... a justiça das reclamações formuladas por Sua Alteza, o Príncipe Regente
de Portugal e do Brasil, sobre a vila de Olivença e os territórios cedidos à
Espanha pelo Tratado de Badajoz de 1801", comprometendo-se inclusive a
efectuar "os seus mais eficazes esforços a fim de que se efectue a
retrocessão dos ditos territórios a favor de Portugal" o que deveria "ter
lugar o mais brevemente possível".

Como se constata, os argumentos que a Espanha invoca para recuperar o
Rochedo de Gibraltar contrastam de forma flagrante com as suas posições em
relação a Ceuta, Melilla e ao território português de Olivença. Portanto, o
problema por resolver do litígio fronteiriço de Olivença possui um
surpreendente paralelo com a questão de Gibraltar, diferindo apenas quanto
ao facto de, ao contrário deste último, Olivença ter sido reconhecida como
território português pelos mais variados tratados internacionais assinados
pela própria Espanha.

Situado no extremo Sul da Península Ibérica, o Rochedo de Gibraltar é um
pequeno enclave de apenas 6 quilómetros quadrados que, pelo Tratado de
Utrecht celebrado em 1714, a Espanha cedeu ao Reino Unido, mantendo-se até
ao presente sob a soberania da coroa britânica. Em 1967, a população
gibraltina foi chamada a referendo, tendo pronunciado-se por esmagadora
maioria - 12138 votos contra 44!! - a favor da sua permanência sob a
soberania do Reino Unido. Não obstante e apesar do seu reconhecimento da
validade daquele tratado, a Espanha não se conforma e reclama junto da
Organização das Nações Unidas a devolução desse território, tendo
recentemente encetado negociações com o Reino Unido que curiosamente tiveram
em Lisboa como palco escolhido para seu começo. Comparativamente, o
território português de Olivença é 125 vezes maior do que o rochedo de
Gibraltar cuja posse Espanha reclama do Reino Unido!...

Pese embora a aparente desvalorização das fronteiras nacionais dentro do
espaço da União Europeia na perspectiva da construção de um espaço político
comum, a Espanha insiste na recuperação de Gibraltar enquanto o Reino Unido
mantém relutantemente a sua soberania sobre o rochedo. Não há, portanto,
quaisquer razões que justifiquem a mínima hipótese de Portugal o dever de
reclamar aquilo que por direito lhe pertence, nomeadamente empregando os
mesmos argumentos que a Espanha utiliza para reclamar a restituição do
Rochedo de Gibraltar.

Em relação a Espanha cumpre-lhe o dever de cumprir os compromissos que
assumiu, honrando aqueles que a representaram nas altas instâncias
internacionais e colocando-se entre as nações modernas e civilizadas.
Mantendo a situação por resolver do problema colonial de Olivença, a Espanha
arrisca-se a ser comparada ao regime indonésio que durante mais de duas
décadas manteve Timor Oriental sob o seu domínio. É que, também o país
vizinho exerceu desde sempre as mais variadas formas de repressão sobre os
oliventinos, nomeadamente proibindo o uso da Língua Portuguesa nas
cerimónias litúrgicas e nas mais variadas actividades sociais.

Passam dentro em breve precisamente duzentos anos sobre a ocupação ilegal do
território português de Olivença. A inauguração no próximo mês de Setembro
da nova ponte que vai ligar as duas margens do rio Guadiana pode e deve
constituir o ponto de partida das negociações entre as autoridades dos dois
países com vista à transferência daquele território para a soberania
portuguesa. Chegou a altura de resolver definitivamente o problema,
colocando um ponto final na vergonhosa situação de colonialismo por parte de
Espanha a que está sujeito o território português de Olivença. Em qualquer
dos casos, os direitos adquiridos pelos habitantes de Olivença, nomeadamente
os cidadãos de origem espanhola, devem ser garantidos e respeitados.
Contudo, os oliventinos têm o direito de serem livres e portugueses - nós
temos o dever de ajudar Olivença a recuperar a nacionalidade perdida,
regressando à Pátria a que pertence: Portugal!

 C.
G.













Olivença é Portuguesa editou às 20:15

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Sábado, 9 de Julho de 2005

- Irmanados na luta

Irmanados
nesta luta

 

( CRER E QUERER PARA VENCER )
 


 


 


 

 

Porque os políticos deste país nada fazem na
recuperação de território que é nosso por direito, mas que
Espanha não devolve, apesar de ter-se comprometido a fazê-lo.

Por tudo o acima referido cabe a nós cidadãos tomar a peito essa
tarefa, por isso trago até vós um "amigo de Olivença" que como eu
vestiu a camisola e aqui estamos irmanados na tentativa de
esclarecer a opinião publica portuguesa de que Olivença não está
esquecida e é nossa de direito.

Visite
Olivença é Portugal

Por Olivença

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olivença é Portuguesa editou às 11:40

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Quinta-feira, 7 de Julho de 2005

- Quem deve governar quem?

Quem deve
governar quem?

 

( CRER E QUERER PARA VENCER )

Que o mesmo governo que
governa Olivença adopte Portugal, já não é necessário desejar, porque isso
já faz parte da actualidade! Tanto que o povo desorientado aclama por um
governo que dê rumo a este país desgovernado, seja lá a Espanha ou a UE, o
que o povo desorientado quer é que alguém tome posse disto...

MAS SÓ para ter as coisitas baratas como nos convêm e com festivais eróticos
bem picantes dedicado principalmente ás pessoas mais debochadas!!
Até parece complot estrangeiro em destabilizar este país para que o povo
nacional aclame por um governo estrangeiro... AH e de preferência um governo
bem canhoto assim ao estilo da educada e evoluída Espanha ou então um
governo neocomunista ao estilo da UE!

Reparando na História de Portugal não é a primeira vez que alguns
portugueses se deixam vender por um punhado de trocados... mas agora por um
festival erótico... ou em suma: seduzidos pela degradação da vida, é a
primeira...

anónimo
 





Olivença é Portuguesa editou às 20:58

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Domingo, 3 de Julho de 2005

- Acorda Portugal

Acorda,
Portugal




( CRER E QUERER PARA VENCER )

Como muito
bem diz a Mariza na música de fundo "ACORDA PORTUGAL", sim, enquanto país
andamos dormindo.

Já repararam que a Inglaterra não exitou em fazer a guerra contra a
Argentina quando esta lhe tentou tirar as ilhas Falkland (ou Malvinas). Sejamos
realistas: a Argentina tinha mais direito a esse território que lhe fica tão
próximo que a Inglaterra que, como sabemos, fica bem mais longe.
E Espanha? Veja como reagiu quando Marrocos pôs uma bandeira naquele simples
rochedo.

Porém, perante o caso de Olivença, nossos governantes pouco fazem. E quando
fazem algo é no mais completo sigilo. Esse é um comportamento favorável à
Espanha. Portugal só tem a ganhar com um maior conhecimento do assunto.

Já vemos que em questões de soberania nacional qualquer país reage. Só nosso
país se mantém impávido e sereno.

Porque será que nossos políticos se comportam de forma tão passiva???
Gostava de entender.


OXALÁ UM DIA PORTUGAL ACORDE


M.G.R.








Olivença é Portuguesa editou às 12:47

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Sábado, 2 de Julho de 2005

- Confiar e agir, para construir um Portugal forte

Confiar e
agir, para construir um Portugal forte




( CRER E QUERER PARA VENCER )

Amar meu país e pensar que todos os
portugueses nutriam como eu tal sentimento foi uma ilusão que me acompanhou
até meus 45 anos.

Hoje, derrubada por comentários neste meu blog essa minha ilusão, fico
triste... Sim, triste porque se nós não amarmos a terra que nos viu nascer,
se nós não nos orgulharmos daqueles que criaram este pequeno país que,
heroicamente conseguiu chegar até aos dias de hoje, quem o fará por nós?

Ao longo da nossa história fomos roubados. Espanha nos manteve cativos por
60 anos, mais tarde nos roubou território. Napoleão nos invadiu matando
nossos compatriotas e roubando nossas riquezas, etc, etc.

Apesar de tudo isso, estamos aqui. Somos um país que conseguiu condições
para aderir à moeda europeia. Apesar de todos os reveses nosso país tem se
recuperado do atraso a que Salazar o condenou.

Compatriotas, para Portugal ser forte depende de cada um de nós, não só do
governo.
Vamos deixar de nos queixar como velhinhas e lutar para criar um país forte.
NÓS MERECEMOS ISSO.

PS. Agradeço aqui também aqueles comentários favoráveis e fortalecedores.


M.G.R.











Olivença é Portuguesa editou às 19:58

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